No empate por 2 a 2 com o Coritiba, no último domingo, a comissão técnica do Botafogo teve que fazer escolhas dentre os atletas do grupo. Devido ao limite de nove estrangeiros por partida no Brasileirão, Franclim Carvalho optou por não relacionar o zagueiro Ferraresi e o lateral-direito Mateo Ponte.
O atual limite de estrangeiros foi aprovado por unanimidade em 2024, com voto dos 20 clubes da elite do Brasileiro. Na temporada anterior, o número de gringos permitidos por jogo já havia subido de cinco para sete.
O Botafogo tem 14 atletas estrangeiros, o maior número dentre os clubes da Série A de 2026. Na prática, 13 costumam brigar pelas nove vagas disponibilizadas pela CBF – o goleiro Christian Loor, do Equador, ainda não foi acionado em partidas do time profissional.
Contra o Coritiba, os nove estrangeiros relacionados foram Barboza, Bastos, Jhoan Hernández, Medina, Montoro, Barrera, Santi Rodríguez, Chris Ramos e Lucas Villalba.
A maioria dos gringos do Botafogo ocupa posições do meio para a frente, com oito dos 14 estrangeiros sendo meio-campistas ou atacantes. Joaquín Correa será mais uma opção para Franclim Carvalho, mas ainda está entregue ao departamento médico.
Para o duelo desta quarta-feira, contra o Racing (Argentina), Franclim Carvalho não terá de escolher entre um ou outro jogadores: a Sul-Americana não possui limite de jogadores estrangeiros relacionados por partida.
Os gringos do Botafogo por posição:
- Goleiros: Christian Loor (Equador);
- Zagueiros: Barboza (Argentina), Bastos (Angola), Ferraresi (Venezuela);
- Laterais: Mateo Ponte (Uruguai), Jhoan Hernández (Colômbia);
- Meio-campistas: Medina (Argentina), Montoro (Argentina), Santi Rodríguez (Uruguai)
- Atacantes: Chris Ramos (Espanha), Joaquín Correa (Argentina), Jordan Barrera (Colômbia), Kadir (Panamá) e Lucas Villalba (Uruguai).
GE
