O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira (2), por unanimidade, manter a inelegibilidade do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), até 2030.
Os ministros rejeitaram os recursos apresentados pelas defesas de Cláudio Castro e do ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar, além do recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE), que pedia a inclusão da cassação do diploma do ex-governador.
Com a decisão, permanece válida a condenação de Castro por abuso de poder político e econômico, condutas vedadas e captação ilícita de recursos nas eleições de 2022.
Agora, caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF) retomar o julgamento que definirá como será escolhida a nova chefia do Executivo fluminense: por eleição direta, com voto popular, ou por eleição indireta, realizada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
As defesas de Castro e Bacellar alegavam falhas processuais e sustentavam que não havia provas suficientes de envolvimento direto dos dois nas irregularidades apontadas pela Justiça Eleitoral. Os argumentos, porém, foram rejeitados pelos ministros do TSE.


