A coluna do jornalista Guilherme Amado, do Portal Metrópoles, publicou nesta terça-feira (05) que a Polícia Federal está investigando dois ex-secretários do governo do Rio de Janeiro, Patrick Weber e Gelby Justo, por suspeita de ameaçarem testemunhas relacionadas ao caso Ceperj. Patrick Weber ocupava o cargo de chefe da Secretaria de Trabalho e Renda (Setrab), enquanto Gelby Justo atuava como secretário estadual de Ação Comunitária e Juventude.
De acordo com a reportagem, das duas pastas, apenas a Secretaria de Trabalho e Renda tinha projetos com cargos fantasmas no Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do RJ, o Ceperj. Weber, que é presidente do Podemos no Rio de Janeiro, foi um dos secretários denunciados pelo Ministério Público Eleitoral por abuso de poder político e econômico junto com o governador Cláudio Castro.
A reportagem afirma ainda que a Polícia Federal abriu, no início deste ano, um inquérito para apurar ameaças de Weber e Justo a testemunhas que contribuíram para as investigações no Ministério Público Eleitoral. Como antecipou a coluna, por causa das ameaças, o órgão pediu a antecipação da produção de provas ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro.
Tanto Gelby, quanto Weber são citados em depoimentos de testemunhas ao Ministério Público Eleitoral como secretários que participaram da organização de cabos eleitorais através de contratações fantasmas.
A Secretaria de Trabalho e Renda, chefiada por Weber, tinha parceria com a Ceperj em um dos projetos apontados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como um dos principais em contratações fantasmas com pagamento na boca do caixa.
O projeto “Casa do Trabalhador” possuía o maior número de cargos secretos no governo do Rio e foi suspenso em agosto de 2022 após reportagens mostrarem a existência de irregularidades e possíveis crimes. Weber tinha dois parentes nomeados no projeto.
Depois do “Casa do Trabalhador”, estava o “Esporte Presente RJ”, com 6.000 funcionários secretos, que recebiam salários na boca do caixa, divididos em 1.500 núcleos voltados para a prática de atividades esportivas. O projeto era uma parceria entre o Ceperj e a Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj), que passou a ser comandada por Justo a partir do dia 5 de janeiro deste ano.
Tanto Gelby, quanto Weber são citados em depoimentos de testemunhas ao Ministério Público Eleitoral como secretários que participaram da organização de cabos eleitorais através de contratações fantasmas.
A Secretaria de Trabalho e Renda, chefiada por Weber, tinha parceria com a Ceperj em um dos projetos apontados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como um dos principais em contratações fantasmas com pagamento na boca do caixa.
O projeto “Casa do Trabalhador” possuía o maior número de cargos secretos no governo do Rio e foi suspenso em agosto de 2022 após reportagens mostrarem a existência de irregularidades e possíveis crimes. Weber tinha dois parentes nomeados no projeto.
Depois do “Casa do Trabalhador”, estava o “Esporte Presente RJ”, com 6.000 funcionários secretos, que recebiam salários na boca do caixa, divididos em 1.500 núcleos voltados para a prática de atividades esportivas. O projeto era uma parceria entre o Ceperj e a Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj), que passou a ser comandada por Justo a partir do dia 5 de janeiro deste ano.
À coluna, Patrick Weber negou que tenha ameaçado alguém e disse que desconhece a investigação da Polícia Federal.
“Estarei a disposição de qualquer órgão policial para possíveis esclarecimentos que possam surgir contra minha honra e minha pessoa”, esclareceu o ex-secretário.
Fonte: Metrópoles


